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Performance e modernização

Modernize o legado sem parar o negócio

Estrangulamos o sistema antigo aos poucos, com observabilidade e rollback, em vez de apostar tudo numa reescrita do zero. E com Build-Operate-Transfer, você termina dono do sistema.

O problema que resolvemos

Quase toda empresa madura carrega um sistema legado que ninguém quer tocar: funciona, sustenta a operação, mas é frágil, mal documentado e caro de evoluir. A pressão para "modernizar" costuma virar a decisão mais arriscada do mercado — reescrever tudo do zero, em paralelo, e fazer um cutover heroico.

Essa aposta falha mais do que acerta. A reescrita big-bang congela novas features por meses, recria bugs que já tinham sido resolvidos e esbarra em regras de negócio escondidas no código antigo, que só aparecem em produção. O caminho incremental — com o sistema antigo ainda rodando — é o que a maioria das empresas deveria escolher. E, quando ele termina, você precisa ficar dono do resultado.

Como trabalhamos

Começamos por um inventário de risco: o que o sistema faz, de que ele depende, onde estão os pontos frágeis e quais regras de negócio estão escondidas. Antes de mexer, ligamos observabilidade para entender o comportamento real em produção — porque às vezes o diagnóstico revela que reescrever seria desperdício. Foi o caso de uma correção cirúrgica em que trocar UUID v4 por v7 deu +260% de ganho e evitou uma reescrita inteira.

Quando a reescrita se justifica, aplicamos estrangulamento incremental (strangler fig): uma camada de compatibilidade roteia parte do tráfego para o novo módulo enquanto o antigo continua atendendo o resto. Modernizamos um pedaço, validamos com benchmark, e só então avançamos. Cada etapa tem rollback preparado. Foi assim que conduzimos a migração de autenticação multi-tenant de uma SaaS de varejo europeia, sem parar a operação, e a reestruturação de monorepo (pnpm + Nx) de uma startup de ESG.

Para quem quer modernizar sem montar um time do zero, oferecemos o modelo Build-Operate-Transfer: reconstruímos a preço fixo, operamos por um período mensal e transferimos a propriedade para o seu time, com uma cauda opcional de tech-lead fracionado.

O que entregamos

Um sistema modernizado por etapas, com o negócio rodando o tempo todo, observabilidade ligada e o conhecimento transferido. Sem o salto no escuro de uma reescrita total — e com o cliente terminando dono do que construímos. Liberdade, não dependência.

Conte o cenário em /pt/contact e respondemos com viabilidade em 24h úteis.

  • Inventário de risco do sistema legado e suas dependências
  • Estratégia de estrangulamento incremental (strangler fig)
  • Migração de monolito para serviços quando ela se paga
  • Observabilidade e rollback em cada etapa
  • Modelo Build-Operate-Transfer: reconstruir, operar e transferir a propriedade
  • Transferência de conhecimento para o time interno assumir

Faixas de investimento

Projeto Micro

PoC, site institucional, WhatsApp e chatbots pequenos. Setor não-regulamentado ou seu primeiro projeto de IA.

R$ 25.000 – R$ 65.000

  • Entrega em semanas
  • RAG + harness leve

Projeto Pequeno

Escopo bem definido: automação pontual, MVP enxuto, integração focada.

R$ 65.000 – R$ 250.000

  • Escopo fechado
  • Entrega em semanas

Projeto Médio

Chatbot com RAG, agente de IA empresarial, MVP SaaS, execução de performance.

R$ 250.000 – R$ 750.000

  • Arquitetura dedicada
  • Integrações

Projeto Grande

Modernização de legado, reescrita de sistema, transformação multi-fase.

A partir de R$ 800.000

  • Múltiplas fases
  • Time dedicado

Faixas qualitativas. O valor exato sai no Discovery, e é 100% creditado no projeto.

FAQ

Por que não reescrever tudo do zero?

Porque reescrita big-bang é a forma mais cara e arriscada de modernizar. Você congela features por meses, recria bugs antigos e descobre regras de negócio escondidas tarde demais. O strangler fig entrega valor a cada etapa e mantém o negócio rodando. Às vezes a melhor decisão é nem reescrever: uma vez trocamos UUID v4 por v7 numa correção cirúrgica de performance (+260%) e evitamos uma reescrita inteira.

O que é o modelo Build-Operate-Transfer?

Reconstruímos o sistema a preço fixo, operamos por um período mensal enquanto ele estabiliza, e então transferimos a propriedade para o seu time — com uma cauda opcional de tech-lead fracionado. O fim do contrato é você dono, autônomo e sem lock-in. Liberdade, não dependência.

E se nosso sistema não tem documentação?

Comum. Começamos por um inventário de risco e ligamos observabilidade para entender o comportamento real antes de mexer. As regras de negócio escondidas aparecem no diagnóstico, não em produção.

Como começa?

Pelo Discovery, que mapeia dependências, riscos e a ordem de estrangulamento. A estimativa sai em faixa qualitativa, descontada se o projeto seguir.

Tem um projeto assim?

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